A visita-investigação começa antes de entrar na Bienal, com um momento de discussão em grupo: os alunos descrevem um ofício ou peça a partir do que imaginam ou já conhecem, e usam essa descrição para gerar uma imagem com IA.
Continuidade da atividade em formato de mapeamento dos ofícios durante o percurso na Bienal, munidos de um mapa e de pistas: identificação de características semelhantes e divergentes entre o que a IA sugeriu e as peças reais, através da observação direta de materiais, gestos e imperfeições, e a análise dos próprios ofícios.
No final, os mapas e as imagens geradas são partilhados entre grupos, e as diferenças discutidas, prolongando a reflexão sobre o que torna o fazer humano insubstituível.
A IA funciona como o primeiro contacto e mecanismo de aproximação dos jovens às artes e ofícios, e a visita à Bienal transforma-se na verificação e aprofundamento sensorial dessa primeira aproximação.
